O salto com vara é uma das provas mais difíceis, senão a mais difícil, do atletismo. O material utilizado é muito caro e dificílimo de ser conseguido, inclusive nas quantidades necessárias, além da própria complexidade do salto em si.
Actualmente existem varas de fibra de vidro que revolucionaram a técnica do salto com vara. As varas tradicionais de metal, bambu ou madeira são utilizadas apenas em competições de baixo nível técnico. Apenas escolas e atletas novos (menos de 15 anos) fazem uso deste implemento tradicional, primeiramente devido à falta de recursos para adquirir a vara de fibra, e depois, o jovem atleta ainda não possui a velocidade nem a força necessária para flexionar a vara.
A vara de fibra difere da convencional principalmente pela flexibilidade que a primeira apresenta. Essa qualidade propicia ao atleta o aproveitamento da energia acumulada pela flexão da vara.
Tanto para a vara de fibra como para a tradicional, existe uma mesma divisão das fases técnicas: a empunhadura, a corrida, o encaixe, a impulsão e pêndulo, a elevação/giro, a transposição e a queda.
